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    Fenacon da Mídia: Como será a gestão de frotas em 2022

    banner 06 Fenacon da Midia - Fenacon da Mídia: Como será a gestão de frotas em 2022

    Fernando Olivan – Comunicação Fenacon

    O presidente da FENACON, Sérgio Approbato, é fonte de matéria para o Instituto Parar sobre a mudança na fórmula do preço de combustíveis. Confira abaixo:

    Se você recebe a nossa PARAR Insights, já sabe que as expectativas para 2022 no setor automotivo e gestão de frotas são melhores que as dos últimos dois anos, mas ainda assim, vai levar um certo tempo até que as coisas voltem ao normal (o normal de verdade mesmo, não aquele “novo”).

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    Renovar a frota, fazer investimentos, aderir a novos projetos. Todas essas tomadas de decisão precisam de bastante planejamento para alcançar o sucesso.

    Sendo assim, para compreender o que nos aguarda neste novo ciclo, trouxemos alguns dados que nos ajudam a interpretar o mercado em seu estado atual. E já fique com um spoiler: o otimismo é bom, mas sempre com os pés nos chão. Confira agora uma rápida seleção de 3 insights para entender como será a gestão de frotas em 2022.


    1 – O que esperar de 2022?

    No último pronunciamento da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), Luiz Carlos Moraes, presidente da entidade, divulgou as projeções para este ano. A falta de chips no mercado, o encarecimento de commodities (aço, por exemplo), o dólar por volta dos R$ 5,50 e as tarifas de energia elétrica caríssimas, indicam que muitos obstáculos ainda vão nos perseguir.

    As projeções são para que a produção anual de veículos atinja 2,460 milhões em 2022 (9,4% a mais que em 2021) e os emplacamentos cheguem na casa dos 2,3 milhões (crescimento de 8,5%).

    Esses números levam em conta um Produto Interno Bruto (PIB) com um crescimento de 0,5% em relação ao ano passado, a taxa básica de juros (SELIC) atingindo seus 11% (que pode gerar um impacto de 26% ao ano no financiamento de veículos novos) e com o abastecimento de semicondutores ainda defasado.

    Ainda segundo Moraes, o abastecimento de semicondutores deve voltar ao normal em algum momento entre o segundo semestre e o começo de 2023.

    Nessa mesma perspectiva, o Banco Central do Brasil, espera que o Índice de Preço ao Consumidor Amplo, o IPCA, avance 5% este ano, metade do percentual do ano passado. 


    2 – Sobre o transporte de cargas rodoviário

    Apesar disso tudo, um setor que se destacou e continua se sobressaindo é o de transporte de cargas.

    Com o aumento na demanda de do e-commerce (entre outros fatores) o transporte rodoviário de cargas se superou, absorvendo as demandas mais variadas no país todo. Para este setor, temos indicativos de que as operações podem encarecer, seguindo uma tendência também do ano passado.

    Alguns dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística – NTC & Logística nos dão um norte do que acontece e está por acontecer nesse ramo.

    Assim como outros combustíveis, o diesel sofreu aumentos sucessivos desde abril de 2021. O relatório do Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas (Decope) da NTC, mostra que o diesel S-10 teve um aumento de 50% no acumulado de 12 meses, ainda em novembro de 2021. (Preço médio para o consumidor final, R$ 5,44 a nível nacional).

    Outros levantamentos dessa entidade relatam também, o acréscimo na parte mecânica/produtiva, com o um aumento no (já citado) aço de 70% ao ano, e 30% no cavalo-mecânico.

    Esses fatores apontam para um desafio que vai perdurar neste ano e que vai exigir dos frotistas desse ramo uma contenção de despesas ainda maior para fechar as contas.


    3 – Leis que podem mudar o preço da gasolina

    Depois do “sobe e sobe de novo” da gasolina e afins, mudanças nas leis visando uma estabilidade maior desses valores começaram a surgir.


    Duas possíveis mudanças ganham foco agora:

    A primeira é a reforma tributária, que pretende unificar tributos para criar um imposto único sobre valor agregado (IVA). Mesmo que o imposto seja único, a regra de cobrança para a União e para os estados e municípios é diferente.

    No caso da União, a proposta é unificar o IPI, PIS e Cofins, a fim de criar a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com uma alíquota de 12% em vários setores.

    Já para os municípios, o ICMS e o ISS é que dariam espaço para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

    Ainda não há data para que a proposta siga com a tramitação no legislativo, e o ano de eleição não parece favorecer muito esse movimento.

    Outra medida é o projeto de Lei (PL) 1472/21, que visa novas diretrizes para a política de preços de combustíveis. O objetivo é dar foco ao custo interno de produção e importação (além de critérios já adotados hoje), estabelecendo alíquotas progressivas no imposto de exportação do petróleo, além de criar um fundo de estabilização do preço dos combustíveis (inclusive GLP).

    Para Sérgio Approbato Júnior, presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis – FENACON – nos dois casos, é necessário uma certa cautela, tanto por parte dos parlamentares quanto do consumidor em geral.

    Em um pronunciamento no canal da entidade no youtube, Sérgio ressaltou que as mudanças ainda são incertas e que mesmo que elas aconteçam, o consumidor final pode não ser favorecido.

    “É complexo pois o preço (dos combustíveis) precisa ser acompanhado a preço de mercado (…) nós precisamos ter essa visão. Para que se tenha a rentabilidade em lucro é preciso acompanhar preços (…) É uma análise complexa que tem que ser pensada para mudar o critério da precificação da gasolina lá no posto.” Explicou o presidente da FENACON.

    Ainda sobre as duas medidas, Approbato complementou: “São vários fatores que têm que ser analisados com muito critério, (…) mas não significa para mim, não está muito claro ainda, se isso vai fazer com que o preço diminua.”


    Enfim, um pouco de otimismo?

    É normal se sentir um pouco alarmado, ainda mais depois de tantas estatísticas como essas, mas este ano está longe de ser um período de grandes quedas como foram os últimos tempos (a gente espera rs). No geral, o que as entidades e empresas de diferentes ramos dizem em comum é: vamos manter o nível da gestão maior que as nossas expectativas, afinal, se tem uma coisa na qual podemos interferir diretamente, é na gestão das nossas frotas.

    E como você já sabe, o Instituto PARAR sempre traz as notícias e dados mais relevantes quando o assunto é gestão de frotas e o mercado automotivo. Fique conectado conosco e não perca nenhum dos nossos últimos conteúdos!

    Fonte: Instituto Parar

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