home Voltar ao site
Navegação
Fale Conosco
  • location_on

    São Paulo - Matriz R. Buriti Alegre, 525 Vila Ré . São Paulo . SP CEP: 03657-000 - Tel: 11 2023-9999

    Goiânia - Filial End. Décima Segunda Avenida, 321 A QD-60 LT-14 Setor Leste Universitário . Goiania . GO CEP: 74603-020 - Tel: 62 3926-8100

    Rio de Janeiro - Filial End. Rua Gildásio Amado, 55 . 6º andar sala 607 . Barra da Tijuca . Rio de Janeiro . RJ . CEP: 22631-020 - Tel: 21 3176-5950

    Tocantins - Filial End. 303 . Sul . Av LO 09 . Lote 21 . Sala 03 . Plano Diretor Sul . Edifício Bastos . Piso Superior . Palmas . TO . CEP: 77015-400 - Tel.: 63 3026.2354

    Belo Horizonte - Filial Rua Araguari. 358 . Térreo . Loja 03 . Barro Preto . MG . CEP: 30190-110 - Tel.: 31 3526.8870

Deixe sua Mensagem

    Imposto sobre consumo compensaria alívio da folha.

    Imposto sobre consumo compensaria alívio da folha.

    Imposto-sobre-consumo-compensaria-alívio-da-folha - Imposto sobre consumo compensaria alívio da folha.

    Imposto sobre consumo compensaria alívio da folha

    09/10/2019 – A equipe econômica avalia propor uma alíquota adicional no imposto sobre consumo para compensar a perda de arrecadação que seria causada com a redução na contribuição sobre salários. Seria uma alternativa para desonerar a folha de pagamento sem recorrer a um imposto nos moldes da antiga CPMF, ideia vetada pelo presidente Jair Bolsonaro. Adicionalmente, seriam revistos alguns benefícios fiscais, que hoje respondem por uma renúncia de mais de R$ 300 bilhões.

    Na alternativa em estudo, a compensação seria feita por meio do novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que vai substituir tarifas como PIS, Cofins e IPI. O tributo incidiria sobre o consumo, assim como o ICMS estadual. A proposta de um IVA já estava nos planos do governo. A diferença, agora, é que a alíquota pode ficar acima do previsto, a fim de compensar a desoneração.

    Outra possibilidade avaliada pelos técnicos é cobrir a desoneração por meio de um aumento da tributação sobre a renda. Essa opção já era defendida publicamente pelo economista Aloísio Araújo, professor da FGV, que hoje integra o grupo de técnicos que ajuda o governo a dar os ajustes finais na proposta.

    Ainda não foi definido, no entanto, qual plano será adotado. Segundo um interlocutor, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem sido cauteloso ao propor alternativas à CPMF, pois várias das ideias postas à mesa causam distorções. Uma alíquota de IVA muito alta, por exemplo, pode levar à evasão fiscal, já que as empresas tenderiam a fazer planejamento tributário para evitar pagar o imposto.

    Os técnicos ainda avaliam possíveis impactos dessas propostas sobre setores específicos. Em último caso, Guedes considera até mesmo enviar a proposta de reforma tributária sem a previsão de desoneração da folha de pagamento, mas essa é a opção que menos o agrada.

    Fonte: O Globo

    5/5 - (1 vote)

    Marcadores: