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    Força-tarefa faz operação e fecha dois postos de combustíveis em Varginha, MG

    Farca Tarefa Faz Operacao - Plumas - Força-tarefa faz operação e fecha dois postos de combustíveis em Varginha, MG

    Dois postos de combustíveis foram fechados em Varginha (MG) nesta sexta-feira (10) em mais uma etapa da Operação “Encerrando”, que busca combater sonegação de impostos e fraudes. A ação foi realizada por uma força-tarefa composta pela Receita Estadual, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e Instituto de Pesos e Medidas (Ipem). Na primeira etapa, um posto já havia sido fechado na cidade.

    De acordo com o superintendente regional da Fazenda em Varginha, Lúcio Teixeira Lopes, os primeiros levantamentos apontaram que as empresas são suspeitas de montar um esquema que consistia em adquirir combustíveis de distribuidoras e usinas sem a documentação fiscal correspondente ou documentação fiscal irregular, causando prejuízo aos cofres públicos. Foi constatado pelo Ipem que o volume de combustível apontado nas bombas estava irregular.

    Ainda segundo o superintendente, os postos possuem razão social distintas, mas pertencem a um mesmo proprietário. Eles tiveram as inscrições estaduais canceladas pela Receita Estadual e as bombas lacradas pela ANP, além das autorizações canceladas.

    A operação deve seguir ao longo do ano e abranger todas as regiões de Minas Gerais.

    Em nota, o Grupo Dubai repudiou a operação e disse que ela tem “caráter pessoal”. A empresa refutou ainda que houvesse irregularidades e disse que “não medirá esforços, inclusive com ações judiciais, para que as atividades sejam restabelecidas o mais breve possível”.

    Leia a nota na íntegra:

    O Grupo Rede Dubai repudia a operação conjunta promovida nesta data (10.05.2019) pela Receita Estadual e Agência Nacional do Petróleo (ANP), pelo seu caráter pessoal, que resultou na interdição dos bicos de abastecimento e tanques de armazenamento do Postos ZIP.

    A empresa refuta com veemência as irregularidades imputadas pela fiscalização, dado à regularidade de sua atividade e pureza de seu combustível e não medirá esforços, inclusive com ações judiciais, para que as atividades sejam restabelecidas o mais breve possível, com a responsabilidade de cada agente público pelo ato caracterizado como abuso de autoridade.

    Fonte: Portal G1

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