home Voltar ao site
Navegação
Fale Conosco
  • location_on

    Matriz - São Paulo | R. Buriti Alegre, 525 - Vila Ré - São Paulo - SP - CEP 03657-000 - Tel: 11 2023.9999

    Filial Goiânia | End. Décima Segunda Avenida, 321 A QD-60 LT-14 Setor Leste Universitário - Goiania - GO - CEP 74603-020 - Tel: 62 3926.8100

    Filial Rio de Janeiro | Av. das Américas, 3693
    2º andar • Barra da Tijuca • RJ • 22631-003
    Acesso pela Rua José Cândido Nascimento, 3693
    2º andar • Tel: 21 3176.5950

    Filial Tocantins | End. 303 - Sul - Av LO 09 - Lote 21 - Sala 03 - Plano Diretor Sul - Edifício Bastos - Piso Superior - Palmas - TO - CEP 77015-400 - Tel.: 63 3026.2354

    Filial Belo Horizonte | Rua Araguari. 358 - Térreo - Loja 03 - Barro Preto - MG - CEP 30190-110 - Tel.: 31 2342.2990

    Filial Mato Grosso | Av. Marechal Deodoro, 339 - Sala 01 - Santa Helena - Cuiabá - MT - CEP 78005-100 - Tel: 65 4042.3799

Deixe sua Mensagem

    :: REFORMA TRIBUTÁRIA – Confira 6 erros durante a fase de transição que já estão custando caro para as empresas.

    REFORMA TRIBUTÁRIA - Confira 6 erros durante a fase de transição que já estão custando caro para as empresas. - :: REFORMA TRIBUTÁRIA – Confira 6 erros durante a fase de transição que já estão custando caro para as empresas.

    Imagem: Contábeis

     

    Entenda como a transição da Reforma Tributária impacta o caixa e a saúde financeira dos negócios.

     

    Reforma Tributária ainda está em fase de transição, mas muitos micros e pequenos empresários já sentem seus efeitos no caixa. Isso acontece porque, diferente de reformas anteriores, o novo modelo de tributação sobre o consumo exige mudanças operacionais profundas, baseadas em dados, processos integrados e decisões estratégicas e não apenas no cálculo de impostos.

    Com a convivência entre os modelos atual e futuro, que inclui tributos como Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto Seletivo (IS), erros comuns de gestão podem gerar prejuízos silenciosos, corroendo margens e comprometendo a saúde financeira dos negócios. O especialista da GestãoClick, Glaudson Ferreira, alerta que a falta de preparo agora pode custar muito mais do que os novos tributos no futuro.

    A seguir, veja os seis principais erros elencados pelo especialista que já estão impactando empresas durante a transição da Reforma Tributária e que precisam ser evitados o quanto antes.

     

    Continuar precificando com base no modelo atual de ICMS e ISS

    Um dos erros mais comuns entre microempresas é manter a precificação baseada em modelos antigos, muitas vezes sem critérios técnicos claros. Com a chegada do IBS e da CBS e, em alguns casos, do Imposto Seletivo, a carga tributária pode variar significativamente conforme o tipo de produto, serviço ou local de consumo, alterando completamente a lógica de formação de preços.

    A precificação correta passa a depender da integração entre custo, tributo, margem e canal de venda. Especialistas reforçam que a neutralidade fiscal da Reforma é sistêmica, e não individual, o que significa que algumas empresas podem sim ter aumento de carga tributária. Ignorar esse cenário pode resultar em preços defasados, margens negativas e perda de competitividade.

     

    Confundir gestão financeira com gestão fiscal

    Embora estejam conectadas, gestão financeira e gestão fiscal têm objetivos diferentes e confundi-las pode gerar decisões equivocadas. Enquanto a gestão financeira cuida do fluxo de caixa, rentabilidade e planejamento de recursos, a gestão fiscal é responsável pela conformidade legal, apuração e pagamento de tributos.

    Durante a transição da Reforma, essa distinção se torna ainda mais importante, já que haverá a convivência de dois sistemas tributários, possíveis ajustes de crédito e recolhimentos maiores no curto prazo. Além disso, as novas regras de crédito e débito fiscal exigem controle rigoroso, pois afetam diretamente o caixa das empresas.

     

    Ignorar o impacto da tributação no destino das vendas

    Empresas que vendem ou prestam serviços para fora do estado de origem enfrentarão uma das maiores mudanças da Reforma Tributária. A lógica de tributação deixa de ser baseada na origem e passa a considerar o destino da operação, ou seja, a tributação no destino é sempre baseada na localização do cliente.

    Na prática, isso significa que o custo tributário não estará mais ligado apenas a onde a empresa está, mas a quem ela vende, onde vende e como vende. Sem controle por cliente, região, canal e tipo de operação, microempresas podem perder visibilidade dos custos reais e sofrer impactos inesperados no resultado financeiro.

     

    Não controlar corretamente os créditos na não cumulatividade plena

    A não cumulatividade plena promete maior justiça tributária, mas só beneficia empresas que conseguem controlar corretamente seus dados. Muitas microempresas não sabem exatamente o que gera crédito tributário e, por isso, acabam pagando mais impostos do que deveriam.

    Para aproveitar os créditos de forma adequada, é essencial ter controle sobre compras, fornecedores, notas fiscais recebidas e correta classificação dos itens. Sem isso, os créditos deixam de ser aproveitados, comprometendo o caixa e anulando possíveis ganhos trazidos pela nova sistemática tributária.

     

    Manter o estoque desorganizado durante a transição

    Tratar o estoque apenas como um tema logístico é outro erro recorrente. Na nova tributação sobre o consumo, o estoque passa a influenciar diretamente o preço, a margem e o crédito tributário. Estoques mal classificados, com custos incorretos ou sem controle adequado impactam diretamente o cálculo do IBS e do Imposto Seletivo.

    Saber o valor real de cada item e do estoque como um todo deixa de ser opcional. Empresas que não têm esse controle correm o risco de pagar impostos desnecessários, perder margem e enfrentar dificuldades operacionais, algo que planilhas isoladas dificilmente conseguem resolver com eficiência.

     

    Prestadores de serviços não revisarem contratos e modelos de cobrança

    O setor de serviços será fortemente impactado pela Reforma Tributária. O fim do ISS não representa o fim da tributação sobre serviços, mas sim sua reformulação dentro do IBS. Microempresas que não revisarem contratos e modelos de cobrança durante a transição podem enfrentar prejuízos silenciosos, com aumento de custos e redução da margem de lucro.

    Será necessário avaliar cuidadosamente quais custos podem ser absorvidos para manter competitividade e quais precisarão ser repassados aos clientes. Esse equilíbrio exige gestão detalhada, simulações e visão integrada do negócio, fatores decisivos para atravessar a transição de forma sustentável.

    Mais do que uma mudança fiscal, a Reforma Tributária exige uma nova postura de gestão. O sucesso na transição dependerá menos de cálculos isolados e mais da qualidade dos dados, da integração dos processos e do acompanhamento ativo da operação. Para micro e pequenas empresas, antecipar ajustes agora pode ser a diferença entre perder margem ou ganhar eficiência nos próximos anos.

    Fonte: Contábeis

    4.9/5 - (200 votos)

    Marcadores:

    สล็อต
    suai338
    brianpetruzzelli
    สล็อตเว็บตรง
    sexywin