home Voltar ao site
Navegação
Fale Conosco
  • location_on

    Matriz - São Paulo | R. Buriti Alegre, 525 - Vila Ré - São Paulo - SP - CEP 03657-000 - Tel: 11 2023.9999

    Filial Goiânia | End. Décima Segunda Avenida, 321 A QD-60 LT-14 Setor Leste Universitário - Goiania - GO - CEP 74603-020 - Tel: 62 3926.8100

    Filial Rio de Janeiro | Av. das Américas, 3693
    2º andar • Barra da Tijuca • RJ • 22631-003
    Acesso pela Rua José Cândido Nascimento, 3693
    2º andar • Tel: 21 3176.5950

    Filial Tocantins | End. 303 - Sul - Av LO 09 - Lote 21 - Sala 03 - Plano Diretor Sul - Edifício Bastos - Piso Superior - Palmas - TO - CEP 77015-400 - Tel.: 63 3026.2354

    Filial Belo Horizonte | Rua Araguari. 358 - Térreo - Loja 03 - Barro Preto - MG - CEP 30190-110 - Tel.: 31 2342.2990

    Filial Mato Grosso | Av. Marechal Deodoro, 339 - Sala 01 - Santa Helena - Cuiabá - MT - CEP 78005-100 - Tel: 65 4042.3799

Deixe sua Mensagem

    :: REFORMA TRIBUTÁRIA – Empresas terão fiscalização única no novo modelo

    banner 17 REFORMA copiar - :: REFORMA TRIBUTÁRIA – Empresas terão fiscalização única no novo modelo

    Imagem: Contábeis

    Bernard Appy garante que o contribuinte não enfrentará múltiplas fiscalizações simultâneas com a chegada do IVA dual.

    O secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, esclareceu que o novo sistema de tributação em construção no Brasil não permitirá fiscalizações simultâneas de diferentes órgãos sobre uma mesma empresa. A declaração foi feita durante evento realizado na segunda-feira (24), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no seminário “Desafios da reforma tributária: como se preparar para as novas regras”.

    Appy reforçou que, mesmo com a complexidade do modelo de Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual, o desenho da fiscalização será centralizado e pretende eliminar sobreposições de auditorias fiscais.

    Fiscalização será centralizada no novo sistema tributário

    Segundo Appy, a escolha do IVA dual – que cria o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) de competência estadual e municipal, e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) de competência federal – pode dar a impressão de um sistema mais complexo. No entanto, o secretário explicou que a fiscalização será organizada para que apenas um ente seja responsável por cada verificação tributária.

    “No IBS, para o mesmo fato e no mesmo período, apenas um ente fará a fiscalização. Não haverá fiscalizações paralelas de diferentes órgãos sobre a mesma empresa”, garantiu Appy.

    O secretário também afirmou que a proposta foi construída para harmonizar a interpretação da legislação entre os tributos, evitando decisões divergentes entre a CBS e o IBS.

    Harmonização e redução de conflitos tributários

    Para reforçar a uniformidade, Appy explicou que a estrutura do novo sistema inclui um comitê de harmonização com efeito vinculante. Esse comitê terá o papel de consolidar o entendimento das regras tributárias, tanto para o IBS quanto para a CBS, diminuindo o risco de interpretações diferentes entre os entes federativos.

    “Mesmo que haja alguma divergência, o que prevalecerá no Judiciário será sempre a interpretação mais favorável ao contribuinte”, destacou o secretário.

    O novo modelo busca reduzir o conflito fiscal entre estados, municípios e União, um dos principais gargalos do atual sistema.

    Exemplo prático de simplificação para empresas

    Appy utilizou um exemplo para ilustrar a redução de complexidade para as empresas que operam em vários estados brasileiros. Atualmente, uma empresa com atuação nacional pode ter que lidar com diferentes legislações estaduais e municipais. Com a reforma, no máximo haverá duas legislações distintas: uma referente ao IBS e outra à CBS.

    “Se antes uma empresa precisava atender a dez legislações diferentes, agora terá no máximo duas frentes de apuração”, explicou.

    O secretário também destacou que a nova estrutura será integrada com os documentos fiscais eletrônicos e com sistemas automatizados de apuração, o que vai facilitar a rotina tributária das empresas.

    Foco na automação e no uso do documento fiscal eletrônico

    Durante o evento, Appy ressaltou que a reforma foi desenhada para favorecer as empresas que utilizam documentos fiscais eletrônicos em todas as suas operações.

    “Se a empresa realizar todas as compras e vendas por meio de documento fiscal eletrônico, o sistema estará pronto para simplificar a apuração”, afirmou.

    O novo modelo tributário visa incentivar a automação dos processos e promover maior eficiência na gestão fiscal das empresas, reduzindo o tempo gasto com apurações manuais e minimizando o risco de erros.

    Reforma tributária e o impacto para o contribuinte

    A proposta da reforma tributária em discussão busca modernizar a cobrança de tributos sobre o consumo, substituindo tributos federais, estaduais e municipais por um sistema mais integrado. O modelo do IVA dual cria o IBS, que será gerenciado por um comitê representativo dos estados e municípios, e a CBS, de responsabilidade federal.

    A transição para o novo sistema será gradual, com previsão de implantação completa até o fim da próxima década.

    Segundo o Ministério da Fazenda, o novo sistema vai:

    Simplificar a apuração de tributos;

    Reduzir a burocracia;

    Melhorar o ambiente de negócios;

    Diminuir os litígios tributários.

    O que ainda precisa ser regulamentado

    Apesar dos avanços na definição das regras gerais, diversos pontos da reforma tributária ainda dependem de regulamentação. Entre eles, estão:

    O detalhamento do funcionamento do comitê gestor do IBS;

    A definição das regras de fiscalização integrada;

    A operacionalização do sistema de compensação de créditos tributários.

    Esses temas estão sendo discutidos em projetos de lei complementar que devem ser apresentados nos próximos meses.

    Próximos passos da reforma tributária 

    A implementação da reforma tributária será um processo gradual, dividido em etapas que devem ocorrer até 2033. O cronograma prevê:

    Início da cobrança da CBS em 2026;

    Implantação do IBS em fase de testes;

    Extinção de tributos atuais, como PISCofins e ICMS, após o período de transição.

    O governo e o Congresso Nacional ainda debatem ajustes no texto da regulamentação para garantir que o novo sistema traga os benefícios prometidos sem prejudicar os entes federativos.

     

    Fonte: Contábeis

    4.9/5 - (181 votos)

    Marcadores:

    สล็อต
    suai338
    brianpetruzzelli
    สล็อตเว็บตรง
    sexywin